Tratamento de peeling: por que fazer e qual o ideal para sua pele?

Peeling

Quer ter uma pele mais saudável, bonita e jovem? O peeling pode ser seu aliado! Este procedimento, ideal para tratar desde simples manchas até cicatrizes, promove a descamação da pele e estimula a renovação celular. São vários tipos e intensidades de peeling, então como escolher o ideal para você?

Neste artigo, vamos explicar em quais casos esse procedimento apresenta bons resultados, quais os tipos de técnicas existentes e por que o inverno é a melhor estação para realizar esse tratamento estético. Acompanhe!

O que o peeling?

O peeling consiste na remoção de camadas superficiais, médias ou profundas da pele. O procedimento promove a produção de colágeno (que dá mais firmeza para a pele), a renovação celular, o aumento da irrigação sanguínea e a melhora na espessura da epiderme.

Todos estes efeitos contribuem para o rejuvenescimento facial, por isso o peeling é um tratamento tão desejado.

O nome do tratamento é derivado do inglês to peel, que significa descamar, descascar.

Para quais casos ele é indicado?

Com o peeling, a pele fica renovada e, por isso, com a aparência mais jovem. Ele é indicado para tratar manchas, fotoenvelhecimento, aspecto de pele cansada, pele sem brilho, marcas de expressão, linhas finas, poros dilatados, rugas, flacidez e cicatrizes, como as de acne.

Adolescentes que sofrem com a acne e adultos que querem tratar algum problema ou rejuvenescer a pele podem obter benefícios com o este procedimento.

Quais as contraindicações?

O peeling é contraindicado para pessoas que ficam muito tempo expostas ao sol, como pescadores e alguns atletas.

Pessoas que utilizam medicamentos que podem interferir no processo inflamatório, como contraceptivos orais e corticoides, também podem ter restrições.

Pacientes com doenças de pele (lúpus e dermatomiosite) que interferem na produção de colágeno também não devem realizar este procedimento.

Quais os tipos de peeling?

O peeling pode ser classificado de acordo com a sua profundidade ou com o método utilizado para descamar a pele.

Portanto, você deve procurar um profissional especializado para determinar a opção adequada de acordo com o seu tipo de pele e o objetivo pretendido.

Veja a seguir as características de cada tipo de peeling:

Profundidade do peeling

Há três tipos de profundidade do tratamento, que são:

  • superficial: retira a camada mais superficial da pele, com uma descamação mais discreta. Hidrata, clareia e melhora o tônus, bem como o aspecto de manchas e rugas superficiais;
  • médio: a esfoliação chega até a epiderme. Ideal para rugas médias, linhas e marcas de expressão e alguns tipos de manchas. Promove um rejuvenescimento da pele;
  • profundo: é um procedimento complexo porque atinge a parte mais profunda da pele, sendo necessária, muitas vezes, a sedação. Há o risco de infecções e complicações, mas é indicado para casos mais severos de cicatrizes, envelhecimento e rugas. Pode garantir um rejuvenescimento facial de muitos anos.

Método utilizado para o peeling

Os processos são divididos em:

  • químico: o dermatologista utiliza ácidos isolados ou combinados entre eles ou com cremes hidratantes. Podem ser aplicados ácidos como hialurônico, retinoico, glicólico ou salicílico. Conforme a queixa do paciente, é utilizado um determinado ácido ou uma combinação destes na concentração ideal;
  • mecânico: a técnica é realizada de forma mecânica, ou seja, sem o uso de substâncias químicas. É realizada uma esfoliação na pele, causando a chamada dermoabrasão. É o caso do conhecido peeling de cristal, realizado com cristais muito finos de hidróxido de alumínio, ou o peeling de diamante;
  • físico: é realizado com aparelhos que emitem laser, aquecendo a pele de dentro para fora. Promove a renovação celular sem agredir ou causar irritação na pele. Apresenta resultados mais rápidos;
  • vegetal: é um método mais natural para descamar a pele, conhecido também como gomagem. Os resultados são mais limitados porque o peeling é superficial.

Qual profissional pode realizar o peeling?

É importante que os peelings médio e profundo sejam realizados pelo médico dermatologista. Ele avaliará o seu estado de saúde e como é a cicatrização da sua pele, tudo isso para indicar o tratamento mais seguro para você.

Já o peeling superficial pode ser realizado por esteticistas.

Por que é melhor fazer no inverno?

A melhor estação para fazer tratamento de renovação celular da pele é no inverno. Por isso, espere os meses mais frios para fazer o peeling.

Assim, há menor exposição aos raios solares, o que facilita a preparação para o procedimento e sua recuperação.

Quais os cuidados pré e pós-tratamento?

O dermatologista ou o esteticista irá indicar os cuidados antes do tratamento de peeling, como a suspensão de algum ácido que é utilizado em casa e a indicação de algum produto específico para preparar a pele.

Também é importante evitar ao máximo a exposição solar pelo menos 10 dias antes do procedimento. O preparo para o tratamento é essencial para evitar alguns problemas como hiperpigmentação ou queimaduras.

Após o procedimento é comum que ocorra vermelhidão, descamação e que a pele fique mais áspera, porém, para amenizar o desconforto e garantir bons resultados no tratamento, é recomendado:

  • utilizar filtro solar com alto fator de proteção e reaplicar o produto a cada duas horas;
  • evitar puxar as camadas de pele que vão se descolando,isso poderá causar machucados e manchas;
  • borrifar água termal no rosto várias vezes ao dia;
  • lavar o rosto com sabonete neutro;
  • utilizar os produtos indicados para auxiliar na recuperação da pele lesionada pelo procedimento.

Dica da Especialista Adriana Bastos – Combinação de ativos melhora resultados

Visando obter resultados mais perceptíveis em menor tempo, sem abrir mão da segurança e conforto dos peeling superficiais, pode-se utilizar a técnica dos peelings combinados. Neste tratamento, são utilizados 2 tipos de peelings superficiais em uma mesma sessão, aproveitando-se os melhores efeitos de cada substância e conseguindo-se uma ação mais eficiente sem aprofundar o tipo de peeling.

É possível, também, utilizar potências diferentes de ácidos de acordo com as alterações de cada área da face. Pode-se, por exemplo, utilizar um peeling de média profundidade apenas nos locais onde o fotoenvelhecimento se manifesta mais pronunciadamente e, nas áreas onde o dano for menor, utilizar ácidos mais fracos. Desta forma, os efeitos colaterais mais intensos ficam restritos aos locais onde foram utilizados os ácidos mais potentes, diminuindo o desconforto no pós peeling.

Adriana Bastos é especialista em beleza por excelência e seu rigor no trabalho, junto com a busca interrupta das melhores técnicas e seus exclusivos protocolos, a fizeram merecedora de um reconhecimento sem igual. Acompanhe Adriana Bastos no Facebook

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O EPIfactor ® é um ativo composto por uma proteína conhecida como Fator de Crescimento Epidermal (EGF), capaz de estimular naturalmente o processo de regeneração da pele. Seu uso após a realização do peeling auxilia na recuperação da pele além de potencializar os resultados do procedimento.

O período de recuperação total da pele vai depender do peeling realizado. No superficial, a regeneração é mais rápida, em até 5 dias. Entretanto, no profundo, a recuperação pode chegar a até 45 dias.

É essencial seguir os cuidados para evitar complicações, como cicatrização anormal, mudança de textura na pele, queimaduras ou infecções na pele.

Ficou interessado no tratamento de peeling? Converse com seu dermatologista ou esteticista e fale sobre os objetivos pretendidos! Ele indicará o melhor procedimento para o seu tipo de pele. Para ter sucesso com a renovação celular da sua pele e conseguir uma aparência mais jovem é só seguir estas recomendações.

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por Fernanda Satlher

Diretora da BS Pharma, ciclista, mãe e adora escrever artigos. Farmacêutica industrial graduada pela UFMG com 22 anos de experiência e pós-graduada em Farmácia Magistral Pela UNESP- Araraquara. Gestora de projetos pelo IBMEC - MG.

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